sábado, outubro 27, 2007
Casa do Povo do Faial apoia "Rali Moldebetão Faial"
A Casa do Povo do Faial em conjunto com a Camara Municipal de Santana e a Junta de Freguesia do Faial apoia a realização do Rali moldebetão Faial 2007.
sexta-feira, setembro 07, 2007
sábado, agosto 18, 2007
Tuna da Casa do Povo do Faial, na festa do Emigrante
Dia do Emigrante na Ilha
Data: 18-08-2007
O artista nacional Graciano Saga é a principal atracção do programa do Dia do Emigrante que a Casa do Povo da Ilha promove este domingo, 19 de Agosto, um evento que junta uma série de actividades de carácter recreativo, cultural, desportivo e musical, e que pretende ser um ponto de reencontro dos emigrantes com as suas raízes.O programa inicia-se pelas 10h com uma caminhada entre o Lombo Antão Alves, em Santana, e a freguesia da Ilha. Esta caminhada integra-se no projecto do IDRAM, 'Mexa-se pela sua Saúde'. Durante a manhã haverá ainda espaço para as visitas às exposições que decorrem no Centro Cívico local e para uma conferência sobre a floresta e os saberes tradicionais do povo da Ilha. Após a missa, que decorrerá pelas 14h, haverá uma conferência sobre o ensino do português junto das comunidades, ao que se seguirão os jogos tradicionais.A animação musical decorrerá a partir das 18h com as actuações dos grupos 'Os Camponeses' da Casa do Povo de São Roque do Faial, os grupos de dança da Ilha e da Fajã da Ovelha, a Tuna da Casa do Povo do Faial, o grupo Lírios do Norte e de alguns artistas locais que actuarão antes de Graciano Saga subir ao palco, por volta das 21h.À noite haverá ainda a animação do DJ Kike, estando previsto também um espectáculo pirotécnico.
terça-feira, agosto 07, 2007
Tuna do faial actua na Festa de Santana
Em louvor do Santíssimo Sacramento
Santana celebra Domingo do Senhor
Hoje, antes da novena actua o Grupo de Acordeões da Casa do Povo de Boaventura. Pelas 21 horas inicia-se a missa solenizada pelo Coro da Paróquia e presidida pelo pároco Rui Pontes com homilia a cargo do Pe. Bernardino Trindade. Durante a noite haverá actuações dos grupos da freguesia de Santana, nomeadamente da Banda Municipal, do Grupo de Animação «Lírios do Norte», da cantora Tatiana Silva e do conjunto musical «Nova Onda».Para amanhã está prevista a actuação do Grupo de Cantares e Tocares «Camponeses» da Casa do Povo de São Roque do Faial, ao início da tarde, ocorrendo a festa do Santíssimo Sacramento, pelas 14h30. Será presidida pelo pároco sendo orador o Pe. Giselo Andrade. Após a missa sairá a procissão pelo percurso habitual, acompanhada pela banda. Uma vez mais será construído um tapete de flores onde estará presente a criatividade e a beleza deste tipo de ornamentações.Durante a tarde haverá animação com actuações da Banda Municipal de Santana; Grupo Coral e Instrumental da Casa do Povo da Calheta; «Xarambistas» da Casa do Povo de Santana; Tuna da Casa do Povo do Faial e do conjunto de ritmos modernos «Amigos da Música».A organização desta festa está a cargo da Confraria de Santíssimo Sacramento, com a colaboração da paróquia, da Confraria de Santa Ana, da população local e da festeira Irene Freitas. Durante esta semana foram feitos todos os preparativos para a festa, desde a colocação dos mastros com bandeiras, flores, luzes e verduras até aos enfeites do interior da igreja. Neste arraial não podem faltar as barracas de comes e bebes onde se poderá apreciar a rica gastronomia local e regional.
A Tuna da Casa do Povo do Faial, actua "48 Horas"
“48 Horas” deve ser cartaz regional
Preservação da cultura popular madeirense e divulgação do concelho de Santana são dois dos principais objectivos da festa de cariz popular e tradicional: “48 horas a bailar”, que se iniciou na tarde de sexta-feira na cidade de Santana. Sendo já um cartaz regional esta festa engloba muita animação musical virada para todas as idades, desde o folclore até à discoteca ao ar livre.O vereador da Cultura da Câmara Municipal de Santana, Arnaldo Teixeira, destaca o cariz regional do evento: “Todos os anos vêm muitas pessoas a Santana, sendo cada vez mais uma festa regional”. Para o responsável pela cultura municipal, esta festa “é uma forma de divulgar as tradições dos diversos concelhos, nomeadamente através da feira dos municípios, com os seus usos e costumes”. Ao longo dos anos, estas “48 Horas a Bailar” têm se afirmado como um cartaz turístico, pois cada vez mais passam turistas por Santana neste fim-de-semana.Uma das ideias seria a de tornar o evento como um dos cartazes das festividades regionais, pois trata-se de um arraial com mostra das tradições folclóricas. O vereador considera que esta festa é já uma referência do concelho pela envolvência, por um lado os mais idosos com o festival de folclore e, por outro lado, a juventude com a discoteca ao ar livre. Arnaldo Teixeira é de opinião que o “48 horas a bailar” é benéfico para os comerciantes do concelho, pois muitos dos comerciantes e barraqueiros do concelho estão licenciados para esta festa. A Câmara Municipal colabora com a logística necessária para o palco e para os stands da feira dos municípios.Uma das alterações introduzidas para este ano foi a data, uma vez que o evento realizava-se nos últimos fins-de-semana de Julho. Para o vereador a alteração foi sugerida pelos comerciantes de Santana devido à proximidade que existia com as festividades da Paróquia.José António Freitas, presidente da Casa do Povo de Santana, entidade organizadora do certame, considera as “48 horas” interessantes do ponto de vista cultural, uma vez que “o festival é uma forma dos diversos grupos de folclore mostrarem o trabalho que é feito ao longo do ano na preservação da cultura popular”. Esta preservação existe essencialmente nas Casas do Povo que ainda sustentam o espírito de voluntariado.O presidente da Casa do Povo de Santana destaca o apoio de diversas entidades para a realização desta festa, nomeadamente da Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais e da Câmara Municipal de Santana. José António Freitas, é de opinião que a festa do folclore “é uma forma de promoção e divulgação do concelho”. A Casa do Povo de Santana espera que todas as pessoas envolvidas nos diversos grupos de folclore se divirtam.As “48 horas” a bailar iniciaram-se anteontem, pelas 18 horas, com uma sessão de abertura presidida pelo secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António Correia. A recepção às autoridades foi feita pela Banda Nossa Senhora de Fátima do Arco de São Jorge, e logo após a cerimónia de abertura, foi inaugurada a décima nona edição da Feira Regional de Municípios, seguindo-se a actuação do Grupo de Folclore da Casa do Povo de Santana. Nesta feira dos municípios, são expostas algumas tradições e costumes dos vários concelhos. O local da feira é em frente à Câmara Municipal ao lado do jardim.Pelas 18:30 horas actuou a Banda do Arco de São Jorge, seguindo-se o Grupo de Animação “Lírios do Norte”; a Tuna d’Arco da Casa do Povo do Arco de São Jorge; o Grupo de Dança “Spice Dancers”; a Tuna da Casa do Povo do Faial e o Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Santo António da Serra. A partir das 22:00 horas teve lugar a final do concurso “Santana Cidade a Cantar”. No final da noite actuou um conjunto de ritmos modernos.Ontem, actuaram diversos grupos de toda a Região, ocorrendo a primeira parte do festival a partir das 20:30 horas. Pelas 23:00 horas iniciou-se uma dos grandes momentos deste certame, a animação ao ar livre a cargo da Discoteca “Vespas”, que foi pela noite dentro. Hoje, a partir das 14:00 horas haverá a segunda parte do festival de folclore. Pelas 17 horas, decorrerá a intervenção do vice-presidente do Governo Regional, João Cunha e Silva, seguindo-se a entrega de trofeus a todos os grupos participantes no festival de folclore e uma rapsódia com todos os grupos de folclore.
domingo, julho 22, 2007
quarta-feira, junho 20, 2007
terça-feira, março 27, 2007
Casa do Povo Faial participa em jogos no Arco de São Jorge
dia 23/03/2007 pelas 21 horas realizou-se os jogos Brincando entre freguesias incluidos na semana de são jose, na qual o faial participou com uma equipa.
Em construção
ACTUAÇÃO NO ARCO DE SÃO JORGE
Pelas 21 horas do dia 21/03/2007, realizou-se a a actuação da tuna da casa do povo do Faial no Arco de São Jorge, incluido na XI Edição da Semana de São Jorge.
Em construção.
segunda-feira, março 05, 2007
A anona volta a ser rainha na freguesia do Faial com a sua exposição anual.
Já na 17.ª edição. Este ano com 1.160 expositores, número bem elucidativo da importância que este fruto tem no sector primário. A cerimónia de abertura, ontem, contou com a presença do secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António Correia, e ainda do edil de Santana, o presidente da Junta de Freguesia e Casa do Povo do Faial e dos diversos responsáveis pela agricultura na Madeira. Em declarações à comunicação social, Manuel António Correia frisou que este ano a produção tem sido normal, havendo a registar um ligeiro acréscimo em termos de quantidade, o que demonstra que este tipo de cultura está muito relacionado com as condições climáticas. A título de exemplo, referiu que em 2004 a produção foi pouca devido ao Inverno muito frio. O responsável pela agricultura destacou a importância que o cultivo deste fruto tem no aspecto social com a ocupação laboral de alguns agricultores e no aspecto económico, pois os rendimentos dos produtores têm vindo a aumentar anualmente. Acção contra o Estado vai avançar Hoje, a anona é muito consumida na Região e também tem um peso enorme na exportação. Ainda assim, o governante destaca que é necessário aumentar a produção «para que se faça uma maior promoção lá fora dos nossos produtos», acrescentando que essa promoção poderia ser feita em conjunto com outros produtos regionais. Manuel António aproveitou para lembrar que os apoios aos agricultores continuarão a existir neste quadro comunitário de apoio. Neste momento está em fase de conclusão o concurso para um apoio indirecto aos agricultores ao nível da desratização, tendo recordado que o Governo Regional iniciará brevemente uma campanha de desratização por toda a ilha, no valor de 100 mil euros, que trará benefícios para os agricultores e também para a própria saúde pública. Ao nível dos subsídios o governante destacou que estão previstos apoios para a agricultura, no valor de 175 milhões de euros, até 2013, provenientes do Quadro Comunitário de Apoio, sendo o total de apoios de 250 milhões de euros. Manuel António salientou que «a União Europeia tem sido compreensiva e tem dado os apoios à agricultura na Madeira. O estado é que tem feito o inverso». Exemplo disso é o facto de a nova lei das Finanças Regionais não prever qualquer tipo de ajuda à agricultura. Ainda assim, ao abrigo da anterior lei, o Estado deve à Madeira e aos agricultores 30 milhões de euros. Por esse facto, disse que «está a ser preparada uma acção contra o Estado». Alberto João Jardim visita certame Antes da cerimónia de abertura ocorreu uma palestra destinada aos agricultores sobre “A Agricultura Biológica - uma aposta no futuro” por Guida Gomes e “Aspectos Fitossanitários na Cultura da Anoneira” por Miguel Franquinho e Duarte Sardinha. Durante o final da tarde houve animação com a actuação de diversos grupos regionais. Para hoje, está prevista a intervenção do presidente do Governo Regional, por volta das 12 horas, seguindo-se a visita aos “stands” expositores. Durante a tarde voltará a haver animação musical com actuações de diversos grupos. No final da tarde haverá a entrega de prémios aos agricultores e, pelas 19 horas, acontecerá a actuação do cantor José Alberto Reis. Produção deve aumentar em 20 por cento Em termos de produção de anona, estima-se que esta aumente, este ano, na ordem dos 20 por cento. No ano passado foram produzidas pouco mais de 805 toneladas que na sua grande maioria foram consumidas na nossa Região. Por outro lado, foram exportadas cerca de 70 toneladas deste fruto subtropical, a grande maioria (52 toneladas) para o continente português e as restantes 17 toneladas para a França e Inglaterra, os dois maiores consumidores de anona da Madeira. Na RAM existem cerca de 2 mil produtores que cultivam um pouco mais de 100 hectares. Por concelhos destaca-se o de Santana com cerca de um terço de área de cultivo seguindo-se Machico, Santa Cruz e Funchal. As quatro variedades de anona (Funchal, Madeira, Mateus e Perry Vidal) podem ser vistas nesta exposição que além das anonas tem “stands” com apoio técnico comercial, dos serviços de Desenvolvimento Rural, bem como outros destinados à comercialização de derivados da anona (pudins licores, bolos, etc). Refira-se que a qualidade da anona da Madeira é reconhecida pela União Europeia, ostentando a “Denominação de Origem Protegida”, representando além de bons rendimentos para os agricultores um valor paisagístico importante
Festa da Anona com José Alberto Reis
A 17ª edição da Exposição Regional da Anona decorreu no fim de semana de 24/25 de Fevereiro com diversos motivos de interesse e muita animação musical com destaque para a actuação do cantor José Alberto Reis na tarde deste domingo. Esta exposição iniciou-se no sábado, pelas 16:00 horas, com uma palestra destinada aos agricultores. Serão abordados os temas: “A Agricultura Biológica- uma aposta no futuro” por Guida Gomes e “Aspectos Fitossanitários na Cultura da Anoneira” por Miguel Franquinho e Duarte Sardinha. A abertura oficial deste certame que ocorreu pelas 17 horas de sábado e contarou com personalidades ligadas à Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais que serão recebidos pela Banda Filarmónica do Faial. Depois ocorrereu animação com a actuação do Grupo do Imaculado da Casa do Povo do Imaculado Coração de Maria e do grupo de Instrumentos de Corda da Casa do Povo de Boaventura. Pela noite dentro actuou um conjunto de ritmos modernos. No domingo, dia propriamente dito da exposição, houve a intervenção do presidente do GR, por volta do meio-dia, seguindo-se a visita aos stands expositores. Durante a tarde houve animação musical com actuações de diversos grupos, nomeadamente Tuna da Casa do Povo do Faial; Grupo de Animação “Nova Geração” da Associação Desportiva e Cultural do Faial; “Si Que Brade” – Música Tradicional; Grupo de Folclore da Casa do Povo do Porto Moniz e Grupo de Instrumentos da Casa do Povo da Boaventura. No final da tarde houve a entrega de prémios aos agricultores e, pelas dezanove horas, aconteceu um dos grandes momentos deste certame, a actuação do cantor José Alberto Reis. Durante a noite a animação musical continuou com a actuação do conjunto de ritmos modernos. Esta exposição tem tido ao longo dos anos um número cada vez maior de expositores, por isso, para este ano, não haverá grandes alterações. Para além do fruto tropical, haverá “stands” com apoio técnico comercial, dos serviços de Desenvolvimento Rural, bem como outros destinados à comercialização de derivados da anona (pudins licores, bolos, etc). Resta referir que este certame é organizado pela Casa do Povo do Faial e pela Comissão de Agricultores e tem como principais apoios da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Câmara Municipal de Santana e Junta de Freguesia do Faial.
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Programa da XVII Exposição Regional da Anona
XVII Exposição Regional da Anona
24 e 25 de Fevereiro de 2007
Programa
Sábado, 24 de Fevereiro de 2007
16h 00 – Palestra
- A Agricultura Biológica – Uma Aposta no Futuro
§ Eng. Guida Gomes (dsab)
- Aspectos Fitossanitários na Cultura da Anoneira
§ Eng. Miguel Franquinho e Eng. Duarte Sardinha (LQA)
17h 00 – Abertura Oficial
- Banda Filarmónica do Faial
18h 00 – “Cantares do Imaculado” da Casa do Povo do Imaculado Coração de Maria
18h 30 – Grupo de Instrumentos da Casa do Povo da Boaventura
19h 00 – Conjunto Musical
24h 00 – Encerramento
Domingo, 25 de Fevereiro de 2007
09h 00 – Música Ambiente
10h 30 – Banda Filarmónica do Faial
10h 45 – Recepção às Entidades Oficiais
11h 00 – Missa
12h 00 – Intervenção de Sua Ex.cia, o Presidente do Governo Regional da Madeira
- Visita aos Pavilhões Expositores
- Banda Filarmónica do Faial
13h 30 – Tuna da Casa do Povo do Faial
14h 15 – Grupo de Animação “Nova Geração” da Associação Desportiva e Cultural do Faial
15h 00 – “Si Que Brade” – Música Tradicional
16h 00 – Grupo de Folclore da Casa do Povo do Porto Moniz
16h 45 – Grupo de Cordas da Casa do Povo da Fajã da Ovelha
17h 30 – Entrega de Prémios aos Agricultores
18h 30 – Conjunto Musical
19h 00 – Artista Convidado – José Alberto Reis
20h 30 – Conjunto Musical
Organização: Casa do Povo do Faial/ Comissão dos Agricultores
Apoios: Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Câmara Municipal de Santana, Junta de Freguesia do Faial, Paróquia do Faial, Adrama, INATEL, Agripérola, Banif, Antena 1
domingo, fevereiro 11, 2007
sábado, fevereiro 03, 2007
Casa do Povo do Faial participa na Festa dos Compadres
E ja dia 04 de Fevereiro que se realiza em Santana a Festa dos Compadres, sendo o inicio do Carnaval Madeirense.
A Casa do Povo do Faial conjuntamente com o Centro de Dia do Faial e a Associação Desportiva e Cultural do Faial ira estar representada com o tema "As Lavadeiras da Ribeira".
Festa dos Compadres de 2007
PARTICIPAÇÃO:
CASA DO POVO DO FAIAL
CENTRO DE DIA DO FAIAL
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL DO FAIAL
TEMA:
LAVADEIRAS DA RIBEIRA
Faial, terra de vales verdejantes
Salpicados de silvestres flores
Talhados em montes pujantes
Sulcados por velhas levadas
Veredas deslumbrantes
Onde está alcantilado
O teu casario branco
Em tuas ribeiras sinuosas
De inúmeros meandros
Onde as lavadeiras , com muito esforço e engenho, gigas de roupa lavavam
Tradicionalmente as donas de casa lavavam a sua roupa na ribeira, na Primavera e Verão onde a água corrente proporcionava um bom resultado em termos de lavagem.No Inverno como a água abundava, devido ás chuvas, eram utilizados os córregos, pois o caudal da ribeira era muito elevado, não permitindo a sua utilização.
Remonta aos finais dos anos 60 meados dos anos 70 alterando-se após 25 de Abril de 1974.
Logo pela manhã, aos grupos de 3 ou mais donas de casa ou lavadeiras contratadas, pelas famílias mais abastadas, desciam as vertentes íngremes com “gigas”atulhadas de roupa que fora acumulada ao longo da semana.
Para amortecer o peso da “Giga de roupa” que carregavam à cabeça, usavam a chamada “SOGRA” que era feita com uma peça de roupa, (usualmente uma toalha de rosto que torciam fazendo uma espécie de “ coroa”).
Geralmente levavam farnel ou, uma criança a meio da manhã “acarretava” o almoço, pois, o lavar da roupa ocupava quase todo o dia.Aproveitavam a ida das crianças para no regresso a casa trazerem parte da roupa lavada.
Ao chegarem à ribeira a primeira roupa a ser ensaboada era a roupa branca. Se necessária alguma desta, como lençóis, toalhas de mesa ou de banho etc. eram postas a corar (branquear) sobre o chão coberto de pedras miúdas (pequenos calhaus rolados).
De vez enquanto era necessário” borrifar” (Salpicar com água) essa mesma roupa para que se mantivesse húmida e o sol actuasse, fazendo o efeito de branqueador desejado. Esse trabalho poderia ser feito pelas crianças. Enchiam uma banheira com água e com as mãos “borrifavam “ a roupa. Era para elas uma brincadeira,pois aproveitavam para respigarem água umas ás outras.Enquanto a roupa branca “ Corava”, era lavada a escura e posta a secar nas pedras mais altas,por se encontrarem mais expostas ao Sol e secarem mais rápido.
Como criavam “os Poços”, ou melhor as as condições para lavar?
Com as pedras mais volumosas tentavam cortar a força da corrente de água, formando uma espécie de poço.
Com pedra laje, meias rugosas, faziam os lavadouros, colocando em cada poço 3 ou 4 lavadouros, isto nas margens da ribeira.
Enquanto lavavam, cantavam, conversavam ou melhor “ bilhardavam”, contavam anedotas. Era uma forma de suavizar este trabalho penoso feito de joelhos e curvado.
Depois da roupa branca estar corada era lavada e depois numa banheira com água e anil, era enxaguada, torcida e posta a secar.
Enquanto secava a roupa algumas lavadeiras aproveitavam para descansar continuando a conversar, outras iam à procura de agrião para confeccionar a sopa.
Ao final da tarde, regressavam com as gigas repletas de roupa lavada subindo as íngremes vertentes deixando em muitas delas marcas penosas, que o tempo dificilmente irá apagar.
Onde haviam nascentes com água abundante criaram poços comunitáriose as lavadeiras viram assim a sua tarefa facilitada não tendo que descer e subir as íngremes vertentes, com gigas de roupa a cabeça.
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